Quando o som passa a fazer parte da cultura da marca

Picture of Ezequiel Felipi

Ezequiel Felipi

Diretor da MRG Audio Branding

Quando uma marca entende que o som faz parte da experiência, a comunicação muda de nível. Foi isso que aconteceu com a Bimbo Brasil.
Ao longo de três campanhas, a marca reuniu alguns dos maiores criadores de conteúdo do país, uma linguagem visual dinâmica e produções pensadas para conversar com o universo das redes sociais. O resultado foram filmes que conquistaram milhões de visualizações e um alto índice de engajamento.
Mas existe um elemento que conecta tudo isso e que, muitas vezes, o público nem percebe conscientemente: o som.

Os vídeos de Bisnaguito, Bolinho Ana
Maria eRap 10 nas redes sociais passam
de 200 milhões de views

Na MRG Audio Branding, criamos as trilhas sonoras, o design de som, a locução e o jingle das campanhas. Cada decisão foi pensada para acompanhar o ritmo da edição, valorizar os momentos de humor, destacar a mensagem da marca e manter a atenção do público do primeiro ao último segundo.

Nada foi inserido por acaso. Cada trilha acompanha a narrativa, cada efeito sonoro reforça a ação e cada detalhe contribui para que a experiência seja mais envolvente e memorável. Quando o som respeita o conteúdo, ele não disputa espaço com a imagem. Ele potencializa o que ela já tem de melhor. É assim que uma campanha ganha ritmo, personalidade e uma conexão mais natural com quem está assistindo. Esses projetos reforçam uma convicção que orienta o nosso trabalho há mais de 25 anos: identidade sonora não é um acabamento da comunicação. É parte da estratégia da marca. E quando essa estratégia passa a fazer parte da cultura da empresa, os resultados deixam de ser exceções e começam a se repetir.

veja mais posts como esse

O mito do branding sonoro como “luxo”

No varejo, cada segundo de atenção faz diferença